quinta-feira, 29 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
O Anjo na Estrada- De Gabriel Moon
Na estrada das ilusões,
Caminhava com uma luz
Até ouvir um choro baixo
- Minha linda, por que choras?
De cabeça baixa, apontou a volta
Vi tristeza, vi depressão, vi medo
Lhe enxuguei uma lágrima e disse:
- Venha, aqui não é o seu lugar.
Estendi a mão e você exitou
- Te levarei a luz, confie em mim.
Dei-lhe a mão e te levei comigo
Mostrei-lhe a felicidade, as estrelas, a luz
Descobri sua bela voz e seu sorriso
Hoje vago contigo na mesma estrada
Não há tristeza, não há depressão, não há medo
Somente felicidade, estrelas e luz
Não há mais a estrada das ilusões,
Bem vinda a estrada dos sonhos
Gabriel Moon:"Escrevi essa poesia pensando numa garota linda que eu adoro, Pandora.
Acordei as 3hs da manhã com parte dela na cabeça, o resto fluiu naturalmente.
Com uma musa tão linda quanto ela, ficar inspirado é fácil. Rsrsrs!!
Retorno a escrever graças a ela.
Pan, você sabe que tudo escrito aí faz sentido, sabe que não estou exagerando em nenhum momento. Como lhe prometi, tá aqui no site. Agora você tem que postar seu comentário. Espero que tenha gostado.
Beijos para ti, minha linda!!!
Beijos para todos!!! Em minha cama as 3hs da manhã quando eu estava pensando nela."
Caminhava com uma luz
Até ouvir um choro baixo
- Minha linda, por que choras?
De cabeça baixa, apontou a volta
Vi tristeza, vi depressão, vi medo
Lhe enxuguei uma lágrima e disse:
- Venha, aqui não é o seu lugar.
Estendi a mão e você exitou
- Te levarei a luz, confie em mim.
Dei-lhe a mão e te levei comigo
Hoje vago contigo na mesma estrada
Não há tristeza, não há depressão, não há medo
Somente felicidade, estrelas e luz
Não há mais a estrada das ilusões,
Gabriel Moon:"Escrevi essa poesia pensando numa garota linda que eu adoro, Pandora.
Acordei as 3hs da manhã com parte dela na cabeça, o resto fluiu naturalmente.
Com uma musa tão linda quanto ela, ficar inspirado é fácil. Rsrsrs!!
Retorno a escrever graças a ela.
Pan, você sabe que tudo escrito aí faz sentido, sabe que não estou exagerando em nenhum momento. Como lhe prometi, tá aqui no site. Agora você tem que postar seu comentário. Espero que tenha gostado.
Beijos para ti, minha linda!!!
Beijos para todos!!! Em minha cama as 3hs da manhã quando eu estava pensando nela."
segunda-feira, 19 de março de 2012
Poema de Vinicius de Moraes
Soneto da Separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Repetições na poesia
Relógio
(Oswald de Andrade)
As coisas são
As coisas vêm
As coisas vão
As coisas
Vão e vêm
Não em vão
As horas
Vão e vêm
Não em vão
(Oswald de Andrade)
As coisas são
As coisas vêm
As coisas vão
As coisas
Vão e vêm
Não em vão
As horas
Vão e vêm
Não em vão
Figuras de linguagem
Num texto literário, os autores utilizam simbologias, conotações, imagens, e novas maneiras de empregar as palavras nas frases, pois, muitas vezes, os termos corriqueiros não conseguem expressar com exatidão seus sentimentos. Para traduzir mais fielmente o que qerem transmitir, usam figuras de linguagem, recursos expressivos utilizados para dar ao texto novas significações, para torná-lo mais adequado às relações subjetivas que pretendem estabelecer com o mundo.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Poemas
O girino é o peixinho do sapo.O silêncio é o começo do papo.O bigode é a antena do gato.O cavalo é pasto do carrapato.O cabrito é o cordeiro da cabra.O pescoço é a barriga da cobra.O leitão é o porquinho mais novo.A galinha é um pouco do ovo.O desejo é o começo do corpo.Engordar é tarefa do porco.A cegonha é a girafa do ganço.O cachorro é um lobo mais manso.O escuro é a metade da zebra.As raizes são as veias da seiva.O camelo é um cavalo sem sede.Tartaruga por dentro é parede.O potrinho é o bezerro da égua.A batalha é o comço da trégua.Papagaio é um dragão miniatura.Bactérias num meio é cultura.
"Arnaldo Antunes".
TRADUZIR-SE
Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir-se uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?
Procura da Poesia
"Carlos Drummond de Andrade"
Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica.
Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro
são indiferentes.
Não me reveles teus sentimentos,
que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem.
O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.
Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.
O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas.
Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas junto à linha de espuma.
O canto não é a natureza
nem os homens em sociedade.
Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam.
A poesia (não tires poesia das coisas)
elide sujeito e objeto.
Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.
Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?
"No Egito, as bibliotecas erma chamadas de Tesouro dos remédios da alma; de fato, nelas cura-se a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a que dá origem a todas as outra!"
(Jacques Benigne Bossuet)
A postagens sobre os poemas marca o inicio das aulas de informática.
"Arnaldo Antunes".
TRADUZIR-SE
Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir-se uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?
Procura da Poesia
"Carlos Drummond de Andrade"
Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica.
Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro
são indiferentes.
Não me reveles teus sentimentos,
que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem.
O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.
Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.
O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas.
Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas junto à linha de espuma.
O canto não é a natureza
nem os homens em sociedade.
Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam.
A poesia (não tires poesia das coisas)
elide sujeito e objeto.
Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.
Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?
"No Egito, as bibliotecas erma chamadas de Tesouro dos remédios da alma; de fato, nelas cura-se a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a que dá origem a todas as outra!"
(Jacques Benigne Bossuet)
A postagens sobre os poemas marca o inicio das aulas de informática.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Ter independência?!
Pergunte ao nosso povo
o que é ter independência
e receba uma lição
que lhe que dá experiência.
Participar, decidir,
com firmeza e conciência,
quem deve ou não dirigir,
isso é ter independência.
Seu povo forte e sadio,
receber toda a assistência,
não passar fome nem frio
isso é ter independência.
Ter direito a estudar
morar com toda decência,
ter terra para cultivar,
isso é ter independência.
Ter salário que garanta
dos seus a sobrevivência,
colher para si quando planta,
isso é ter independência.
Expressar tudo o que pensa,
sem temer a consequência,
seguir livre qualquer crença,
isso é ter independência.
Viver sempre em segurança,
liberto da violência,
dormir enquanto descansa,
isso é ter independência.
Mas a um povo que, oprimido,
só vive na abstinência,
eu pergunto entristecida:
- Isso é ter independência?
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Reforma ortográfica
A reforma ortográfica, que atinge apenas 2% da escrita, deixa praticamente intactas as regras de acentuação gráfica, mas suprime o trema, simplifica as regras do hífen e elimina as consoantes mudas, como a letra "c" da palavra exacto.
É preciso que os países ratifiquem as mudanças como fez o Congresso Nacional brasileiro.As maiores resistências à reforma vieram de Portugal, justamente o país que deve ter mudanças mais significativas. Os portugueses só ratificaram o acordo em maio de 2008.
No Brasil, já houve duas reformas ortográficas: em 1943 e em 1971. Ou seja, um brasileiro com mais de 65 anos vai passar por três reformas. Em Portugal, a última reforma aconteceu em 1945. E muitas diferenças entre Brasil e Portugal continuaram.
Quem defende argumenta que o português é, das línguas mais faladas no mundo, a única que ainda não está unificada. No Brasil, a reforma ortográfica foi oficializada no dia 29 de setembro de 2008, pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva. De acordo com a resolução, as duas grafias continuarão valendo até dezembro de 2012. Ou seja, até lá ambas valem no vestibular, nas provas de escolas, nos concursos públicos.
Para melhor entendimento da reforma ortográfica, acessem o link: http://pessoas.hsw.uol.com.br/reforma-ortografica.htm.
É preciso que os países ratifiquem as mudanças como fez o Congresso Nacional brasileiro.As maiores resistências à reforma vieram de Portugal, justamente o país que deve ter mudanças mais significativas. Os portugueses só ratificaram o acordo em maio de 2008.
No Brasil, já houve duas reformas ortográficas: em 1943 e em 1971. Ou seja, um brasileiro com mais de 65 anos vai passar por três reformas. Em Portugal, a última reforma aconteceu em 1945. E muitas diferenças entre Brasil e Portugal continuaram.
Para melhor entendimento da reforma ortográfica, acessem o link: http://pessoas.hsw.uol.com.br/reforma-ortografica.htm.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Vou falar um pouco sobre história: A expansão café no Brasil.
A história do café começou no século IX. O café é originário das terras altas da Etiópia Egito e da Europa.
Em 1727, o sargento-mor Francisco de Melo Palheta, lançou-se numa missão para conseguir mudas de café. Para isso, fez uma viagem à Guiana Francesa e lá se aproximou da esposa do governador da capital Caiena. Conquistada sua confiança, conseguiu dela uma muda de café-arábico, que foi trazida clandestinamente para o Brasil.
Das primeiras plantações na Região Norte, mais especificamente em Belém, as mudas foram usadas para plantios no Maranhão e na Bahia, na Região Nordeste.
O cafeeiro não se adapta a regiões muito quentes ou muito frias.As condições ideais para o cultivo foram encontradas na região Centro-Sul do Brasil.O plantio sistemático da planta só se desenvolveu pelas regiões férteis do território fluminense, onde em 1760 eram cultivadas as primeiras remessas do produto. O terreno úmido e pantanoso da Baixada Fluminense era ricamente adaptado às exigências do novo gênero agrícola.
A mão-de-obra inicial foi a do negro escravizado. No entanto, a dificuldade de obter mão-de-obra escrava, levou os cafeicultores a contratar trabalhadores imigrantes.
A expansão do café levou os cafeicultores a introduzir inovações tecnicas nas fazendas, indusrtias, bancos, ferovias e melhorias urbanas, como iluminação, transporte público e calçamento de ruas.
Em 1727, o sargento-mor Francisco de Melo Palheta, lançou-se numa missão para conseguir mudas de café. Para isso, fez uma viagem à Guiana Francesa e lá se aproximou da esposa do governador da capital Caiena. Conquistada sua confiança, conseguiu dela uma muda de café-arábico, que foi trazida clandestinamente para o Brasil.
Das primeiras plantações na Região Norte, mais especificamente em Belém, as mudas foram usadas para plantios no Maranhão e na Bahia, na Região Nordeste.
O cafeeiro não se adapta a regiões muito quentes ou muito frias.As condições ideais para o cultivo foram encontradas na região Centro-Sul do Brasil.O plantio sistemático da planta só se desenvolveu pelas regiões férteis do território fluminense, onde em 1760 eram cultivadas as primeiras remessas do produto. O terreno úmido e pantanoso da Baixada Fluminense era ricamente adaptado às exigências do novo gênero agrícola.
A mão-de-obra inicial foi a do negro escravizado. No entanto, a dificuldade de obter mão-de-obra escrava, levou os cafeicultores a contratar trabalhadores imigrantes.
A expansão do café levou os cafeicultores a introduzir inovações tecnicas nas fazendas, indusrtias, bancos, ferovias e melhorias urbanas, como iluminação, transporte público e calçamento de ruas.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
MODELO DE ARTIGO DE OPINIÃO
É condenável a atitude que grande parte da sociedade desempenha no que diz respeito à preservação do meio ambiente. Apesar dos inúmeros desastres ecológicos que ocorrem com demasiada freqüência, a população continua “cega” e o pior é que essa cegueira é por opção.
Não sou especialista no assunto, mas não é preciso que o seja para perceber que o Planeta não anda bem. Tsunamis, terremotos, derretimento de geleiras, entre outros fenômenos, assustam a população terrestre, principalmente nos países desenvolvidos – maiores poluidores do Planeta – seria isso mera coincidência? Ou talvez a mais clara resposta da natureza contra o descaso com o futuro da Terra? Acredito na segunda opção.
Enquanto o homem imbuído de ganância se empenha numa busca frenética pelo progresso, o tempo passa e a situação adquire proporções alarmantes. Onde está o tal desenvolvimento sustentável que é – ou era – primordial? Sabemos que o progresso é inevitável e indispensável para que uma sociedade se desenvolva e atinja o estágio clímax de suas potencialidades, mas vale a pena conquistar esse progresso às custas da destruição da fauna, da flora, da qualidade de vida que a natureza nos proporciona?
Não podemos continuar cegos diante dessa realidade. Somos seres racionais em pleno exercício de nossas faculdades, não temos o direito de nos destruirmos em troca de cédulas com valores monetários que ironicamente estampam espécies animais em seus versos. Progresso e natureza podem, sim, coexistir, mas para isso, é preciso que nós – população terrestre – nos conscientizemos de nossa responsabilidade sobre o lugar que habitamos e ponhamos em prática o que na teoria parece funcionar.
Não sou especialista no assunto, mas não é preciso que o seja para perceber que o Planeta não anda bem. Tsunamis, terremotos, derretimento de geleiras, entre outros fenômenos, assustam a população terrestre, principalmente nos países desenvolvidos – maiores poluidores do Planeta – seria isso mera coincidência? Ou talvez a mais clara resposta da natureza contra o descaso com o futuro da Terra? Acredito na segunda opção.
Enquanto o homem imbuído de ganância se empenha numa busca frenética pelo progresso, o tempo passa e a situação adquire proporções alarmantes. Onde está o tal desenvolvimento sustentável que é – ou era – primordial? Sabemos que o progresso é inevitável e indispensável para que uma sociedade se desenvolva e atinja o estágio clímax de suas potencialidades, mas vale a pena conquistar esse progresso às custas da destruição da fauna, da flora, da qualidade de vida que a natureza nos proporciona?
Não podemos continuar cegos diante dessa realidade. Somos seres racionais em pleno exercício de nossas faculdades, não temos o direito de nos destruirmos em troca de cédulas com valores monetários que ironicamente estampam espécies animais em seus versos. Progresso e natureza podem, sim, coexistir, mas para isso, é preciso que nós – população terrestre – nos conscientizemos de nossa responsabilidade sobre o lugar que habitamos e ponhamos em prática o que na teoria parece funcionar.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Genero: Artigo de opinião
É comum encontrar circulando no rádio, na TV, nas revistas, nos jornais, temas polêmicos que exigem uma posição por parte dos ouvintes, espectadores e leitores, por isso, o autor geralmente apresenta seu ponto de vista sobre o tema em questão através do artigo de opinião.
É importante estar preparado para produzir esse tipo de texto, pois em algum momento poderão surgir oportunidades ou necessidades de expor ideias pessoais através da escrita.
Para produzir um bom artigo de opinião é aconselhável seguir algumas orientações. Observe:
a) Após a leitura de vários pontos de vista, anote num papel os argumentos que mais lhe agradam, eles podem ser úteis para fundamentar o ponto de vista que você irá desenvolver.
b) Ao compor seu texto, leve em consideração o interlocutor: quem irá ler a sua produção. A linguagem deve ser adequada ao gênero e ao perfil do público leitor.
c) Escolha os argumentos, entre os que anotou, que podem fundamentar a ideia principal do texto de modo mais consciente, e desenvolva-os.
d) Pense num enunciado capaz de expressar a ideia principal que pretende defender.
e) Pense na melhor forma possível de concluir seu texto: retome o que foi exposto, ou confirme a ideia principal, ou faça uma citação de algum escritor ou alguém importante na área relativa ao tema debatido.
f) Crie um título que desperte o interesse e a curiosidade do leitor.
g) Formate seu texto em colunas e coloque entre elas uma chamada (um importante e pequeno trecho do seu texto).
h) Após o término do texto, releia e observe se nele você se posiciona claramente sobre o tema; se a ideia está fundamentada em argumentos fortes e se estão bem desenvolvidos; se a linguagem está adequada ao gênero; se o texto apresenta título e se é convidativo e, por fim, observe se o texto como um todo é persuasivo.
É importante estar preparado para produzir esse tipo de texto, pois em algum momento poderão surgir oportunidades ou necessidades de expor ideias pessoais através da escrita.
Para produzir um bom artigo de opinião é aconselhável seguir algumas orientações. Observe:
a) Após a leitura de vários pontos de vista, anote num papel os argumentos que mais lhe agradam, eles podem ser úteis para fundamentar o ponto de vista que você irá desenvolver.
b) Ao compor seu texto, leve em consideração o interlocutor: quem irá ler a sua produção. A linguagem deve ser adequada ao gênero e ao perfil do público leitor.
c) Escolha os argumentos, entre os que anotou, que podem fundamentar a ideia principal do texto de modo mais consciente, e desenvolva-os.
d) Pense num enunciado capaz de expressar a ideia principal que pretende defender.
e) Pense na melhor forma possível de concluir seu texto: retome o que foi exposto, ou confirme a ideia principal, ou faça uma citação de algum escritor ou alguém importante na área relativa ao tema debatido.
f) Crie um título que desperte o interesse e a curiosidade do leitor.
g) Formate seu texto em colunas e coloque entre elas uma chamada (um importante e pequeno trecho do seu texto).
h) Após o término do texto, releia e observe se nele você se posiciona claramente sobre o tema; se a ideia está fundamentada em argumentos fortes e se estão bem desenvolvidos; se a linguagem está adequada ao gênero; se o texto apresenta título e se é convidativo e, por fim, observe se o texto como um todo é persuasivo.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Trabalho de Portugues em grupo:Memórias
-Meu nome é Ernesto,e eu tenho uma loja de doces.
Ernesto, meu avô, estava trabalhando normalmente quando Onofre, o mercador, lhe chamou:
-Venha ver os novos produtos!
Enquanto meu avô estava fora, André, meu pai, pegou uma caixa de doces e disse:
-Não fara falta se eu pegar apenas uma caixa!
E então ele foi para a aula.
Na escola, todos os alunos queriam chiclete:
-Quanto custa cada um?
-R$1,00!
-Quais sabores tem?
-Tutti-frut e morango!
-Eu quero um de morango!
-Uhuu! Consegui vender tudo!
No outro dia
No outro dia, André pegou mais uma caixa, porém quando estava vendendo, foi surpreendido pelo diretor da escola. Assustado, meu pai jogou a caixa de chicletes no lixo, e os alunos pularam na lixeira para pegar os chicletes:
-Uhuu! Consegui pegar chiclete de graça!
-André, voce sabe que é proibido vender coisas na escola. Vou chamar seu pai!
Tu...Tu...Tu...
-Alô?
-Alô. Sou o diretor da escola de seu filho, e eu o peguei vendendo chicletes na escola, eu sei que não é crime, MAIS POR R$1,00!
-Está bem! Mande ele vir para casa que eu conversarei com ele.
No caminho de casa
-Que história é essa de vender chicletes na escola?
-É que...
-Não quero saber! Quando chegarmos em casa voce ficará de castigo.
-Pelo menos ganhei bastante dinheiro!
-Meu chiclete, meu dinheiro!
Narrador:Branco.
Avô:vermelho.
Pai:Azul.
Onofre:Laranja.
Diretor:Rosa.
Alunos compradores de chicletes:Verde.
Ernesto, meu avô, estava trabalhando normalmente quando Onofre, o mercador, lhe chamou:
-Venha ver os novos produtos!
Enquanto meu avô estava fora, André, meu pai, pegou uma caixa de doces e disse:
-Não fara falta se eu pegar apenas uma caixa!
E então ele foi para a aula.
Na escola, todos os alunos queriam chiclete:
-Quanto custa cada um?
-R$1,00!
-Quais sabores tem?
-Tutti-frut e morango!
-Eu quero um de morango!
-Uhuu! Consegui vender tudo!
No outro dia
No outro dia, André pegou mais uma caixa, porém quando estava vendendo, foi surpreendido pelo diretor da escola. Assustado, meu pai jogou a caixa de chicletes no lixo, e os alunos pularam na lixeira para pegar os chicletes:
-Uhuu! Consegui pegar chiclete de graça!
-André, voce sabe que é proibido vender coisas na escola. Vou chamar seu pai!
Tu...Tu...Tu...
-Alô?
-Alô. Sou o diretor da escola de seu filho, e eu o peguei vendendo chicletes na escola, eu sei que não é crime, MAIS POR R$1,00!
-Está bem! Mande ele vir para casa que eu conversarei com ele.
No caminho de casa
-Que história é essa de vender chicletes na escola?
-É que...
-Não quero saber! Quando chegarmos em casa voce ficará de castigo.
-Pelo menos ganhei bastante dinheiro!
-Meu chiclete, meu dinheiro!
Narrador:Branco.
Avô:vermelho.
Pai:Azul.
Onofre:Laranja.
Diretor:Rosa.
Alunos compradores de chicletes:Verde.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Reescrita da as cocadas
As Cocadas
Eu devia ter naquele tempo uns 10 anos.Era uma menina prestimosa e trabalhadora.
Eu ajudei a fazer aquela cocada.Acompanhei todo o trabalho desde o início até ser cortada em losângulos.O coco era leitoso e carnudo,o doce ficou excelente.Saiu uma cocada morena com um ponto branco atravessada por paus de canela cheirosa.
Minha prima me duas cocadas e o resto ela guardou.Fiquei pensativa,porque só duas cocadas? Queria pelo menos umas 4,se fosse 8 ou 10 comeria rapidinho.
Todas a noites sonhava com aquelas cocadas,de manhã,parecia que elas estavam dançando na minha frente.
Depois de um tempo,as cocadas ficaram cinzas e cheias de bolor.Minha prima chamou o cachorro:"Trovador,Trovador!",lá vinha o cachorro todo preguiçoso e abanando o rabo,chegou perto das cocadas e começou a lamber.
Me deu uma revira-volta por não ter sido malcriada e ter desafiado aqueles adultos por não ter dividido aquelas cocadas com o cachorro.
Nota: 8,0
O texto foi digitado corrigido,sem deixar os antigos erros.
Eu devia ter naquele tempo uns 10 anos.Era uma menina prestimosa e trabalhadora.
Eu ajudei a fazer aquela cocada.Acompanhei todo o trabalho desde o início até ser cortada em losângulos.O coco era leitoso e carnudo,o doce ficou excelente.Saiu uma cocada morena com um ponto branco atravessada por paus de canela cheirosa.
Minha prima me duas cocadas e o resto ela guardou.Fiquei pensativa,porque só duas cocadas? Queria pelo menos umas 4,se fosse 8 ou 10 comeria rapidinho.
Todas a noites sonhava com aquelas cocadas,de manhã,parecia que elas estavam dançando na minha frente.
Depois de um tempo,as cocadas ficaram cinzas e cheias de bolor.Minha prima chamou o cachorro:"Trovador,Trovador!",lá vinha o cachorro todo preguiçoso e abanando o rabo,chegou perto das cocadas e começou a lamber.
Me deu uma revira-volta por não ter sido malcriada e ter desafiado aqueles adultos por não ter dividido aquelas cocadas com o cachorro.
Nota: 8,0
O texto foi digitado corrigido,sem deixar os antigos erros.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
O que é charge
A charge é um desenho ou uma pequena história em quadrinhos que possui um caráter humorístico e crítico. Destacam-se pela criatividade e abordagem de temas da atualidade. Os personagens geralmente são desenhados seguindo o estilo de caricaturas.
As charges são elaboradas por desenhistas e podem retratar diversos temas como, por exemplo, assuntos cotidianos, política, futebol, economia, ciência, relacionamentos, artes, consumo, etc.
As charges costumam ser publicadas em jornais, revistas, livros, etc. Com o desenvolvimento da Internet, apareceram vários sites especializados em apresentar charges animadas elaboradas em linguagem flash.
As charges são elaboradas por desenhistas e podem retratar diversos temas como, por exemplo, assuntos cotidianos, política, futebol, economia, ciência, relacionamentos, artes, consumo, etc.
As charges costumam ser publicadas em jornais, revistas, livros, etc. Com o desenvolvimento da Internet, apareceram vários sites especializados em apresentar charges animadas elaboradas em linguagem flash.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
No parque aquático
Era um dia de sol, mas no dia anterior tinha chovido, chegamos no parque aquático, fomos debaixo de uma árvore onde foi o lugar que a gente ia se encontrar de novo.
Lá tinha um gramado, encharcado, mas fomos jogar bola.
Não demorou muito e fomos liberados para ir no parque aquático. Ficamos um bom tempo lá mas fomos pra debaixo da árvore almoçar. O almoço foi muito bom.
Esperamos hora, naquela sombra, numa rede, e estava muito bom lá.
E então fomos novamente liberados para ir na água, ficamos horas lá, mais ou menos às 4 horas, voltamos pra debaixo da árvore fazer um lanche delicioso.
Ficamos então fazendo umas brincadeiras leves e depois fomos embora.
Lá tinha um gramado, encharcado, mas fomos jogar bola.
Não demorou muito e fomos liberados para ir no parque aquático. Ficamos um bom tempo lá mas fomos pra debaixo da árvore almoçar. O almoço foi muito bom.
Esperamos hora, naquela sombra, numa rede, e estava muito bom lá.
E então fomos novamente liberados para ir na água, ficamos horas lá, mais ou menos às 4 horas, voltamos pra debaixo da árvore fazer um lanche delicioso.
Ficamos então fazendo umas brincadeiras leves e depois fomos embora.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Livro:Não-me-toque em pé de guerras
Não me toque em pé de guerra é uma bem construida sátira sobre nosso sistema politico e social. Baseada na experiência pessoal de Werner Zotz, premiado autor de clássicos das literatura infanto-juvenil brasileira, a obra foi escrita e publicada pela primeira vez há mais de 20 anos, mas sua visão sobre a manifestação do poder continua atualíssima! A história narra o cotidiano de uma cidade controlada por politicos corruptos que tentam esconder num segredo da população. Mas eles não contavam com a curiosidade do menino Pedro...
terça-feira, 12 de julho de 2011
Memórias - Gênero Literário
O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.
terça-feira, 5 de julho de 2011
gênero literário-memórias
O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia
O que é memorial?
O Memorial se constitui em um exercício de interrogação de nossas experiências passadas para fazer aflorar não só recordações/lembranças, mas também informações que confiram novos sentidos ao nosso presente.
A forma como encaramos certas situações e objetos está impregnada por nossas experiências passadas. Segundo Ecléa Bosi (1979), através da memória, não só o passado emerge, misturando-se com as percepções sobre o presente, como também desloca esse conjunto de impressões construídas pela interação do presente com o passado que passam a ocupar todo o espaço da consciência. O que a autora quer enfatizar é que não existe presente sem passado, ou seja, nossas visões e comportamentos estão marcados pela memória, por eventos e situações vividas. De acordo ainda com essa autora, o passado atua no presente de diversas formas. Uma delas, chamada de memória-hábito, está relacionada com o fato de construirmos e guardarmos esquemas de comportamento dos quais nos valemos muitas vezes na nossa ação cotidiana.
O Memorial é o resultado de uma narrativa da própria experiência retomada a partir dos fatos significativos que nos vêm à lembrança. Fazer um Memorial consiste, então, em um exercício sistemático de escrever a própria história, rever a própria trajetória de vida e aprofundar a reflexão sobre ela. Esse é um exercício de auto-conhecimento.
A forma como encaramos certas situações e objetos está impregnada por nossas experiências passadas. Segundo Ecléa Bosi (1979), através da memória, não só o passado emerge, misturando-se com as percepções sobre o presente, como também desloca esse conjunto de impressões construídas pela interação do presente com o passado que passam a ocupar todo o espaço da consciência. O que a autora quer enfatizar é que não existe presente sem passado, ou seja, nossas visões e comportamentos estão marcados pela memória, por eventos e situações vividas. De acordo ainda com essa autora, o passado atua no presente de diversas formas. Uma delas, chamada de memória-hábito, está relacionada com o fato de construirmos e guardarmos esquemas de comportamento dos quais nos valemos muitas vezes na nossa ação cotidiana.
O Memorial é o resultado de uma narrativa da própria experiência retomada a partir dos fatos significativos que nos vêm à lembrança. Fazer um Memorial consiste, então, em um exercício sistemático de escrever a própria história, rever a própria trajetória de vida e aprofundar a reflexão sobre ela. Esse é um exercício de auto-conhecimento.
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