sexta-feira, 22 de julho de 2011
Livro:Não-me-toque em pé de guerras
Não me toque em pé de guerra é uma bem construida sátira sobre nosso sistema politico e social. Baseada na experiência pessoal de Werner Zotz, premiado autor de clássicos das literatura infanto-juvenil brasileira, a obra foi escrita e publicada pela primeira vez há mais de 20 anos, mas sua visão sobre a manifestação do poder continua atualíssima! A história narra o cotidiano de uma cidade controlada por politicos corruptos que tentam esconder num segredo da população. Mas eles não contavam com a curiosidade do menino Pedro...
terça-feira, 12 de julho de 2011
Memórias - Gênero Literário
O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.
terça-feira, 5 de julho de 2011
gênero literário-memórias
O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia
O que é memorial?
O Memorial se constitui em um exercício de interrogação de nossas experiências passadas para fazer aflorar não só recordações/lembranças, mas também informações que confiram novos sentidos ao nosso presente.
A forma como encaramos certas situações e objetos está impregnada por nossas experiências passadas. Segundo Ecléa Bosi (1979), através da memória, não só o passado emerge, misturando-se com as percepções sobre o presente, como também desloca esse conjunto de impressões construídas pela interação do presente com o passado que passam a ocupar todo o espaço da consciência. O que a autora quer enfatizar é que não existe presente sem passado, ou seja, nossas visões e comportamentos estão marcados pela memória, por eventos e situações vividas. De acordo ainda com essa autora, o passado atua no presente de diversas formas. Uma delas, chamada de memória-hábito, está relacionada com o fato de construirmos e guardarmos esquemas de comportamento dos quais nos valemos muitas vezes na nossa ação cotidiana.
O Memorial é o resultado de uma narrativa da própria experiência retomada a partir dos fatos significativos que nos vêm à lembrança. Fazer um Memorial consiste, então, em um exercício sistemático de escrever a própria história, rever a própria trajetória de vida e aprofundar a reflexão sobre ela. Esse é um exercício de auto-conhecimento.
A forma como encaramos certas situações e objetos está impregnada por nossas experiências passadas. Segundo Ecléa Bosi (1979), através da memória, não só o passado emerge, misturando-se com as percepções sobre o presente, como também desloca esse conjunto de impressões construídas pela interação do presente com o passado que passam a ocupar todo o espaço da consciência. O que a autora quer enfatizar é que não existe presente sem passado, ou seja, nossas visões e comportamentos estão marcados pela memória, por eventos e situações vividas. De acordo ainda com essa autora, o passado atua no presente de diversas formas. Uma delas, chamada de memória-hábito, está relacionada com o fato de construirmos e guardarmos esquemas de comportamento dos quais nos valemos muitas vezes na nossa ação cotidiana.
O Memorial é o resultado de uma narrativa da própria experiência retomada a partir dos fatos significativos que nos vêm à lembrança. Fazer um Memorial consiste, então, em um exercício sistemático de escrever a própria história, rever a própria trajetória de vida e aprofundar a reflexão sobre ela. Esse é um exercício de auto-conhecimento.
terça-feira, 28 de junho de 2011
O trabalho de português,interrompido pela greve
O nosso assunto sobre o trabalho de portugês era sobre anuncio e propaganda.
Era grupos de quatro,como tinha que fazer anuncio e propaganda,dividimos em duplas,uma dupla fez sobre anuncio e outra sobre propaganda.
Começamos antes da greve.Nesse período,decidimos que faria uma TV de papelão e o anuncio era sobre coco da ilha.
Depois de quarenta dias,quando acabou a greve,fomos dar os retoques finais.Fomos escrever na cartolina coco da ilha,mas certa pessoa,que não quer que eu escreva o nome dele,escreveu no rascunho com acento, o certo era sem,significava coco de beber em praias,uma fruta já o outro,com acento,prefiro não comentar.
Depois da correção de todos os erros,quero dizer,aquele erro,fomos apresentar, e deu tudo certo.
Era grupos de quatro,como tinha que fazer anuncio e propaganda,dividimos em duplas,uma dupla fez sobre anuncio e outra sobre propaganda.
Começamos antes da greve.Nesse período,decidimos que faria uma TV de papelão e o anuncio era sobre coco da ilha.
Depois de quarenta dias,quando acabou a greve,fomos dar os retoques finais.Fomos escrever na cartolina coco da ilha,mas certa pessoa,que não quer que eu escreva o nome dele,escreveu no rascunho com acento, o certo era sem,significava coco de beber em praias,uma fruta já o outro,com acento,prefiro não comentar.
Depois da correção de todos os erros,quero dizer,aquele erro,fomos apresentar, e deu tudo certo.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Hoje foi o dia mais louco da minha vida
Foi o dia mais legal de todos.Minha família e eu ganhamos uma semana para ficarmos em um hotel em Guaratuba,que fica perto de uma praia.
Saimos de Joinville num sábado a tarde, esperamos um bom tempo para esta viagem.
Ao chegarmos lá ficamos procurando lugar, pois o meu pai não sabia direito onde era nosso apartamento.Mas acabamos achando.
Ficamos lá por um tempo , depois saimos para conhecer o que tinha por lá.
A noite comemos uma pizza , quando voltamos , assitimos um pouco de televisão e dormimos.
No dia seguinte fomos para o café da manhã , havia uma porção de coisas gostosas para comer.
Ai nós fomos para a piscina , onde ficamos por muito tempo , foi muito legal , eu e meus irmãos descemos várias vezes no tobogã.
Mas os meus pais tinham medo de descer , mas depois de muito tempo , eles desceram , e também acharam legal.
Mas um senhor foi descer de cabeça pra baixo e acabou batendo a cabeça no fundo da piscina.
Enfim, foi um dia legal para mim.
Saimos de Joinville num sábado a tarde, esperamos um bom tempo para esta viagem.
Ao chegarmos lá ficamos procurando lugar, pois o meu pai não sabia direito onde era nosso apartamento.Mas acabamos achando.
Ficamos lá por um tempo , depois saimos para conhecer o que tinha por lá.
A noite comemos uma pizza , quando voltamos , assitimos um pouco de televisão e dormimos.
No dia seguinte fomos para o café da manhã , havia uma porção de coisas gostosas para comer.
Ai nós fomos para a piscina , onde ficamos por muito tempo , foi muito legal , eu e meus irmãos descemos várias vezes no tobogã.
Mas os meus pais tinham medo de descer , mas depois de muito tempo , eles desceram , e também acharam legal.
Mas um senhor foi descer de cabeça pra baixo e acabou batendo a cabeça no fundo da piscina.
Enfim, foi um dia legal para mim.
terça-feira, 29 de março de 2011
Minha revista, feita e editada por Thiago-1ª parte.
1- Qual é a história do seu nome,ou seja,,o meu?
Resposta: Marcos Pacheco - Espanhol Michalczuk - Polonêz.
2-Cidade onde nasceu?
R=Nasci em Joinville,SC.
3- Escola em que estudo.
Marcos=Apenas no Zulma.
4- Uma lembrança de infância.
M=Meu irmão cortando a língua com um carrinho.
5- Uma qualidade.
M=Ser estudioso.
6-Um defeito.
M=Não sei.
7-O que aprecia num amigo.
M=Ser legal e companheiro.
8-Atividade favorita.
M=Jogar futebol.
9-Cor/comida preferidas.
M=Azul/pizza.
10-Animal de estimação.
M=Apenas um cachorro.
11-Maior tristeza.
M=Meu avô morreu.
12-Ideia de felicidade.
M=Estudos.
13-Viagem preferida.
M=Viagem ao Paraná.
14-Autor/cantor/Filme/programas... preferidos.
M=Não tenho preferência.
15-O que mais detesta.
M=Ser incomodado.
16-Perdão:Fácil ou difícil?
M=Depende o caso.
17-Uma mania.
M=Jogar futebol.
18-Um sonho de vida.
M=Passar de ano e arranjar emprego.
19-Pessoas que valem ouro.
M=Minha família.
20-Uma promessa.
M=Passa direto de ano.
21-Um lazer.
M=Sair com a família.
22-Matéria que mais gosta.
M=Educação Física.
23-Matéria que menos gosta.
M=História.
24-Professora que mais gosta.
M=Zorilda.
25-Professora que menos gosta.
M=Não odeio nenhuma.
Resposta: Marcos Pacheco - Espanhol Michalczuk - Polonêz.
2-Cidade onde nasceu?
R=Nasci em Joinville,SC.
3- Escola em que estudo.
Marcos=Apenas no Zulma.
4- Uma lembrança de infância.
M=Meu irmão cortando a língua com um carrinho.
5- Uma qualidade.
M=Ser estudioso.
6-Um defeito.
M=Não sei.
7-O que aprecia num amigo.
M=Ser legal e companheiro.
8-Atividade favorita.
M=Jogar futebol.
9-Cor/comida preferidas.
M=Azul/pizza.
10-Animal de estimação.
M=Apenas um cachorro.
11-Maior tristeza.
M=Meu avô morreu.
12-Ideia de felicidade.
M=Estudos.
13-Viagem preferida.
M=Viagem ao Paraná.
14-Autor/cantor/Filme/programas... preferidos.
M=Não tenho preferência.
15-O que mais detesta.
M=Ser incomodado.
16-Perdão:Fácil ou difícil?
M=Depende o caso.
17-Uma mania.
M=Jogar futebol.
18-Um sonho de vida.
M=Passar de ano e arranjar emprego.
19-Pessoas que valem ouro.
M=Minha família.
20-Uma promessa.
M=Passa direto de ano.
21-Um lazer.
M=Sair com a família.
22-Matéria que mais gosta.
M=Educação Física.
23-Matéria que menos gosta.
M=História.
24-Professora que mais gosta.
M=Zorilda.
25-Professora que menos gosta.
M=Não odeio nenhuma.
terça-feira, 15 de março de 2011
Thiago
Nome-história do nome: Thiago,português e Pereira de Andrade - Judeo.
Cidade onde nasceu:Brasília.
Escola(s) em que estudou:Zulma.
Uma lembrança de infância:Irmão se afogando.
Uma qualidade:Olho.
Um defeito:Orelha.
O que apressia num amigo:Companheirismo e inteligência.
Atividade favorita:Jogar vôlei.
Cor/comidas preferidas:Preto e frango assado.
Animal de estimação:Cachorros.
Maior tragédia/tristeza:Quando a casa foi roubada.
Idéia de felicidade:Coisa boa que aconteceu a algum tempo.
Viagem preferida:Brasília.
Autores/cantores/filmes/programas...preferidos:Élic clapton,último mestre do ar,nickelodeon.
O que mais detesta:Palavrão e mentira.
Perdão:Fácil ou difícil?:Fácil.
Uma mania:Jogar videogame.
Um sonho de vida:Completar os estudos e um bom emprego.
Pessoas que valem ouro:Amigos de verdade.
Uma promessa:Parar de falar palavrão.
Meta/objeto:Passar direto.
Um lema:Para que serve a vida se você não vive-la.
Que poder queria ter:Controlar o tempo.
Lazer:Fazer atividades com a família.
Perspectiva para 2011:Tirar boas notas e ajudar em casa.
Uma frase autoral:O imperfeito não fica perfeito.
Essa entrevista foi feita com as respostas de Thiago.
Cidade onde nasceu:Brasília.
Escola(s) em que estudou:Zulma.
Uma lembrança de infância:Irmão se afogando.
Uma qualidade:Olho.
Um defeito:Orelha.
O que apressia num amigo:Companheirismo e inteligência.
Atividade favorita:Jogar vôlei.
Cor/comidas preferidas:Preto e frango assado.
Animal de estimação:Cachorros.
Maior tragédia/tristeza:Quando a casa foi roubada.
Idéia de felicidade:Coisa boa que aconteceu a algum tempo.
Viagem preferida:Brasília.
Autores/cantores/filmes/programas...preferidos:Élic clapton,último mestre do ar,nickelodeon.
O que mais detesta:Palavrão e mentira.
Perdão:Fácil ou difícil?:Fácil.
Uma mania:Jogar videogame.
Um sonho de vida:Completar os estudos e um bom emprego.
Pessoas que valem ouro:Amigos de verdade.
Uma promessa:Parar de falar palavrão.
Meta/objeto:Passar direto.
Um lema:Para que serve a vida se você não vive-la.
Que poder queria ter:Controlar o tempo.
Lazer:Fazer atividades com a família.
Perspectiva para 2011:Tirar boas notas e ajudar em casa.
Uma frase autoral:O imperfeito não fica perfeito.
Essa entrevista foi feita com as respostas de Thiago.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Reforçando
Verbos de ação - Os astronautas chegaram à lua.
Pedro e Carlos conversavam.
Verbos de estado - Era uma construção velha.
André esta preocupado.
Os dois pareciam tristes.
Verbos que indicam fenômenos da natureza -Chove muito.
Anoiteceu rapidamente.
À noite, trovejou.
Pedro e Carlos conversavam.
Verbos de estado - Era uma construção velha.
André esta preocupado.
Os dois pareciam tristes.
Verbos que indicam fenômenos da natureza -Chove muito.
Anoiteceu rapidamente.
À noite, trovejou.
Ações do dia-Poema do verbo
Acordei
Espreguiçei
Orei
Levantei
Ganhei
Banhei
Comi
Vesti
Saí
Andei
Cheguei
Estudei
Almoçei
Limpei
Ajudei
Descançei
"Tarefei"
Lanchei
"'Televisei"
"Computorizei"
Jantei
Beijei
Abracei
Orei
Dormi!
Verbo é a palavra que exprime ação,estado ou fenômeno da natureza.
Espreguiçei
Orei
Levantei
Ganhei
Banhei
Comi
Vesti
Saí
Andei
Cheguei
Estudei
Almoçei
Limpei
Ajudei
Descançei
"Tarefei"
Lanchei
"'Televisei"
"Computorizei"
Jantei
Beijei
Abracei
Orei
Dormi!
Verbo é a palavra que exprime ação,estado ou fenômeno da natureza.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Certo dia
Eu estava jogando ping pong, na minha casa, de manhã. Dei uma batida na bolinha e ela caiu na vizinha.
Como ela deixava eu pular na casa dela quando caísse alguma lá, eu pulei; ela não estava, quando me aproximei da bolinha. De repente, vi se aproximar a vizinha que que tinha ido para o mercado, então peguei a bolinha e pulei o muro depressa, como ela é meio doente, preferi não arriscar.
Fui almoçar, depoias fui para escola. Era uma segunda-feira. Uma professora estava falando sobre o Gandh, um grande líder que usava a inteligência, não criava guerras, usava a inteligência.
Ela viu um menino que usou a inteligência: "Um menino estava apanhando, para um bem maior que ele. Esse grande deu um soco, e ele em vez de bater perguntou: Acabou?. Deu duas voadeiras, e disse: Acabou?,a aula já está começando. No dia seguinte, aquele que estava batendo que não conseguiu nada com a briga, pediu transferência de escola." Ele pensou em vez de bater, nesse exemplo.
Como ela deixava eu pular na casa dela quando caísse alguma lá, eu pulei; ela não estava, quando me aproximei da bolinha. De repente, vi se aproximar a vizinha que que tinha ido para o mercado, então peguei a bolinha e pulei o muro depressa, como ela é meio doente, preferi não arriscar.
Fui almoçar, depoias fui para escola. Era uma segunda-feira. Uma professora estava falando sobre o Gandh, um grande líder que usava a inteligência, não criava guerras, usava a inteligência.
Ela viu um menino que usou a inteligência: "Um menino estava apanhando, para um bem maior que ele. Esse grande deu um soco, e ele em vez de bater perguntou: Acabou?. Deu duas voadeiras, e disse: Acabou?,a aula já está começando. No dia seguinte, aquele que estava batendo que não conseguiu nada com a briga, pediu transferência de escola." Ele pensou em vez de bater, nesse exemplo.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Pronomes Indefinidos
Pronomes indefinidos são aqueles que se referem a 3ª pessoa do discurso de modo inderteminado,vago.
Exemplos: Alguém bateu a porta.
Muitos alunos faltaram hoje.
São os seguintes:
Variáveis:
Algum/alguns
nenhum(a)(s)/nenhuns(ma)(s)
certa(s)/certo(s)
muito(s)/muita(s)
outro(s)/outra(s)
pouco(s)/pouca(s)
tanto(s)/tanta(s)
todo(s)/toda(s)
um(ns)/uma(s)
vários/várias
qualquer/quaisquer
bastante/bastantes
Invariáveis:
algo,alguém,ninguém,cada,nada,outrem,tudo,quem.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Esquema da narrativa tradicional e Crônica.
Esquema da narrativa tradicional.
Situação inicial:relativa harmoniosa que existia antes de surgir a...
...complicação:momento de mudança que da origem a novas...
...ações: que ocorrem em direção a um...
...clímax:momento de tenção máximo que leva ao...
...desfecho:situação final da história que propicio a...
...avaliação final:subtendida ou clara!
...complicação:momento de mudança que da origem a novas...
...ações: que ocorrem em direção a um...
...clímax:momento de tenção máximo que leva ao...
...desfecho:situação final da história que propicio a...
...avaliação final:subtendida ou clara!
Crônica
A crônica é um texto simples, que relata o cotidiano!
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Dicas para se fazer uma crônica
1) Na dissertação, não escreva períodos muito longos nem muitos curtos.
2) Na dissertação, não use expressões como “eu acho”, “eu penso” ou “quem sabe”, que mostram dúvidas em seus argumentos.
3) Uma redação “brilhante” mas que fuja totalmente ao tema proposto será anulada.
4) É importante que, em uma dissertação, sejam apresentados e discutidos fatos, dados e pontos de vista acerca da questão proposta.
5) A postura mais adequada para se dissertar é escrever impessoalmente, ou seja, deve-se evitar a utilização da primeira pessoa do singular.
6) Na narração, uma boa caracterização de personagens não pode levar em consideração apenas aspectos físicos. Elas têm de ser pensadas como representações de pessoas, e por isso sua caracterização é bem mais complexa, devendo levar em conta também aspectos psicológicos de tipos humanos.
7) O texto dissertativo é dirigido a um interlocutor genérico, universal; a carta argumentativa pressupõe um interlocutor específico para quem a argumentação deverá estar orientada.
8 ) O que se solicita dos alunos é muito mais uma reflexão sobre um determinado tema, apresentada sob forma escrita, do que uma simples redação vista como um episódio circunstancial de escrita.
9) A letra de forma deve ser evitada, pois dificulta a distinção entre maiúsculas e minúsculas. Uma boa grafia e limpeza são fundamentais.
10) Na narração, há a necessidade de caracterizar e desenvolver os seguintes elementos: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo.
2) Na dissertação, não use expressões como “eu acho”, “eu penso” ou “quem sabe”, que mostram dúvidas em seus argumentos.
3) Uma redação “brilhante” mas que fuja totalmente ao tema proposto será anulada.
4) É importante que, em uma dissertação, sejam apresentados e discutidos fatos, dados e pontos de vista acerca da questão proposta.
5) A postura mais adequada para se dissertar é escrever impessoalmente, ou seja, deve-se evitar a utilização da primeira pessoa do singular.
7) O texto dissertativo é dirigido a um interlocutor genérico, universal; a carta argumentativa pressupõe um interlocutor específico para quem a argumentação deverá estar orientada.
8 ) O que se solicita dos alunos é muito mais uma reflexão sobre um determinado tema, apresentada sob forma escrita, do que uma simples redação vista como um episódio circunstancial de escrita.
9) A letra de forma deve ser evitada, pois dificulta a distinção entre maiúsculas e minúsculas. Uma boa grafia e limpeza são fundamentais.
10) Na narração, há a necessidade de caracterizar e desenvolver os seguintes elementos: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo.
Crônica
Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
Luís Fernando Veríssimo
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
Crônica
Minha mulher e eu temos o segredo para fazer um casamento durar:
Duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa, uma boa bebida e um bom companheirismo. Ela vai às terças-feiras e eu, às quintas.
Nós também dormimos em camas separadas: a dela é em Fortaleza e a minha, em SP.
Eu levo minha mulher a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta.
Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento, "em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!" ela disse. Então, sugeri a cozinha.
Nós sempre andamos de mãos dadas...
Se eu soltar, ela vai às compras!
Ela tem um liquidificador, uma torradeira e uma máquina de fazer pão, tudo elétrico.
Então, ela disse: "nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar".
Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Lembrem-se: o casamento é a causa número 1 para o divórcio. Estatisticamente, 100 % dos divórcios começam com o casamento. Eu me casei com a "senhora certa".
Só não sabia que o primeiro nome dela era "sempre".
Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.
Mas, tenho que admitir: a nossa última briga foi culpa minha.
Ela perguntou: "O que tem na TV?"
E eu disse: "Poeira".
Duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa, uma boa bebida e um bom companheirismo. Ela vai às terças-feiras e eu, às quintas.
Nós também dormimos em camas separadas: a dela é em Fortaleza e a minha, em SP.
Eu levo minha mulher a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta.
Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento, "em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!" ela disse. Então, sugeri a cozinha.
Nós sempre andamos de mãos dadas...
Se eu soltar, ela vai às compras!
Ela tem um liquidificador, uma torradeira e uma máquina de fazer pão, tudo elétrico.
Então, ela disse: "nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar".
Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Lembrem-se: o casamento é a causa número 1 para o divórcio. Estatisticamente, 100 % dos divórcios começam com o casamento. Eu me casei com a "senhora certa".
Só não sabia que o primeiro nome dela era "sempre".
Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.
Mas, tenho que admitir: a nossa última briga foi culpa minha.
Ela perguntou: "O que tem na TV?"
E eu disse: "Poeira".
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
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